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Quem pode ser dependente no plano de saúde? Descubra!

Jornadas da Vida - Pais em Casa Por Jornadas da Vida – Pais em Casa
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ícone de calendário indicando a data da publicação​ Criado em 01/03/2023 | Atualizado em 01/03/2023

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Ter um plano de saúde é essencial para garantir a tranquilidade e a segurança, nossa e das pessoas que amamos, especialmente de nossos pais que já estão na terceira idade. Contudo, devido ao custo do plano de saúde, muitos se perguntam se esses familiares poderiam ser incluídos como dependente, compartilhando os benefícios da rede médica contratada.

Pensando nisso, criamos este post com as principais dúvidas sobre o assunto. Entenda quem pode ser dependente, como podem ser incluídos e como funciona a carência nesses casos. Leia o artigo e entenda os detalhes!

O que são dependentes do plano de saúde?

A pessoa que contrata um plano de saúde é o titular. Ele é o nome principal deste convênio, sendo o responsável pelo pagamento e fornecimento de informações. Os dependentes são usuários do plano que ficam vinculados ao titular para também usufruir dos benefícios de assistência médica.

Portanto, saber das regras ligadas ao dependente do plano de saúde é importante para reduzir custos com esse tipo de serviço. Entenda melhor como isso funciona.

Quem pode ser dependente?

As regras que definem quem pode ser dependente do plano de saúde são definidas pela ANS (Agência Nacional de Saúde).

A entidade considera como dependentes:

  • cônjuge ou companheiro;
  • aqueles que têm grau de parentesco em primeiro grau, como filhos e pais;
  • familiares com grau de parentes de segundo grau, como avós e netos;
  • familiares com grau de parentesco em terceiro grau, como bisnetos, bisavós e tios;
  • aqueles com quem se estabeleceu um parentesco de parentes por afinidade, incluindo-se aqui cunhados, genros, noras e sogros — uma vez que é o casamento que estabelece esse vínculo, o divórcio põe fim a essa dependência. 

No entanto, é preciso considerar que a maior parte das operadoras de planos de saúde garantem a inclusão de dependentes até o primeiro grau de parentesco. Portanto, pais e filhos.

Contudo, nos demais casos, é necessário informar-se. De qualquer forma, essa é uma grande oportunidade de assegurar o cuidado dos pais, reduzindo custos com tratamento médicos.

Além disso, no caso dos filhos, a dependência só é garantida até os 21 anos de idade — ou até os 24 anos se estes forem estudantes universitários ou de cursos técnicos ou que de alguma forma comprovem sua dependência financeira do titular do plano. Essa limitação, porém, não existe para filhos com algum tipo de deficiência.

Como incluir dependentes no plano de saúde?

Para incluir um dependente no seguro saúde e em planos de saúde, basta entrar em contato com a operadora do serviço e fornecer os documentos de identificação e comprovatórios exigidos.

Esses registros vão atestar o vínculo familiar e/ou a dependência financeira. Incluem:

  • RG ou certidão de nascimento e CPF;
  • documentos de adoção;
  • certidão de casamento ou união estável para inclusão de cônjuge e enteados;
  • para filhos entre 22 e 24 anos, comprovante de matrícula em universidade ou curso técnico;
  • para filhos com deficiência, laudo médico;

Como funciona a carência para dependentes?

dependente plano de saúde

A carência do plano de saúde se refere ao tempo de espera necessário para fazer uso dos serviços de assistência médica. Os prazos máximos permitidos pela ANS são os mesmos do titular:

  • 24 horas para emergências;
  • 300 dias para parto;
  • 180 dias para outros tipos de assistência.

Os períodos podem ser menores dependendo do plano. Caso o titular tenha sido isento da carência, bastará inserir os dependentes nos 30 dias iniciais do contrato.

Vale a pena incluir dependentes no plano de saúde?

Vale muito a pena realizar essa inclusão de dependentes no plano, uma vez que, dessa forma, o titular pode estender a assistência médica para toda a família, especialmente para aqueles que precisam de cuidado constante, como pais idosos.

É sempre importante, no entanto, avaliar as cláusulas do contrato para informar-se sobre os custos, a carência e as possibilidades em cada caso.

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